Em um dia você está chorando porque sente que nada na sua vida vai dar certo. Em outro, está participando de eventos literários e conhecendo escritores que admira.
Citando Oriente: o mundo gira sim, deslumbrante.
E a criança aqui sente que vive uma roda gigante toda vez que participa de um evento literário.
ok, talvez essa não seja a melhor analogia vinda de alguém que tem pavor de roda gigante, mas eu não poderia perder a oportunidade de esbanjar meu conhecimento musical com vocês
Falando sério agora: o último sábado foi um dia deveras interessante, caro leitor e cara leitora.
Primeiro porque teve encontro do Clube de Escritores de Belo Horizonte e, mais uma vez, a casa ficou cheia. Olha só:

Nossos encontros no Museu da Moda são sempre deliciosos, e dessa vez ainda teve café e biscoitos para quem esteve presente. Quer deixar uma escritora feliz? Ofereça café. Funciona em 99% das vezes.
Como tivemos a presença de editores desta vez (a Thaís e o Leandro, da Izyncor, além da Jadna, que faz parte da administração do Clube), o assunto girou em torno de publicação e divulgação de livros, redes sociais, publicações tradicionais, o eterno dilema de obra x produto etc.
E o segundo motivo da minha felicidade é porque aconteceu o Teia da Leitura aqui em BH, um evento organizado pelo Instituto Abra Palavra. E a Roda de Conversa Direito à Escrita foi fantástica:
Teve a Jadna Alana (xuxu, pra mim), Marcelino Freire (que é gente boa real oficial e agora me segue no instagram), Igor Graciano (coordenador-geral de Literatura na DLLLB/Sefli-MinC), Nívea Sabino (poeta slammer de BH FODA PRA CARALHO) e a Vanessa Gonçalves (editora e escritora). Esse povo todo mediado pelo Rodrigo Teixeira.

É óbvio que não consigo compartilhar tudo o que foi falado em mais de duas horas de papo, mas uma das coisas que ficaram de aprendizado para mim, dita pelo Marcelino e complementada pela Vanessa, é que a gente precisa fazer literatura (vale pra livros, projetos e eventos). Se não fizermos, quem vai? Por mais cansativo, frustrante e solitário que pareça, é preciso fazer!
Sendo assim, sigo aqui. Escrevendo, tocando o Clube de Escritores de BH, espalhando a palavra literária pelo mundo e escrevendo mais, que é o que eu sei fazer no final das contas.
Falando em Clube, temos encontro desse moço formoso no Flipoços, no dia 2 de maio.

E no dia 1° de maio eu participo de duas mesas. Olha só a minha programação:


É de agenda cheia que eu gosto.
E falando de escrita, criei o Laboratório de Escrita, um grupo de escritores que leem e discutem os textos uns dos outros. Se você, caro leitor e cara leitora, tiver curiosidade ou quiser participar, me manda uma DM no instagram que te envio todas as informações.
Aproveita e me segue e manda um “oi, sumida”, custa 0 dinheiros.

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